Ela andou por entre as montanhas na caça do verdadeiro amor. Ele, sem rumo, enfrentava os tormentos das guerras. Das armas pesadas e da fúria contida. Eles eram amantes. Promessas de juras incontáveis de amor eterno. Ele tinha orgulho e honra. Ela era doce, bravia e valente. Ambos não sobreviveram a fúria dos homens. Hoje a fúria seria o fim de um relacionamento. Afinal aquela bravia e valente guerreira do passado é a mulher moderna de hoje. E aquele orgulhoso e controlador de armas pesadas é o sonhador de hoje. E a fúria do presente é o começo de uma nova vida. Nada de eternamente e nem a dois. Fúria de um pé ante pé em novo rumo a seguir. A vida não espera o amor longínquo. De vida a esperar os cortes de feridas em corações despedaçados do termino. Tampouco espera a cura. Cabe você sorrir por entre as várias fúrias desta. E soerguer a cada queda de amor expelido.


4 Comentários

  1. Bravo! parabéns...lindíssimo texto.
    o amor e a fúria dos homens, cada vez mais despedaçado. resta a nós somente sorrir e erguer.

    beijo!

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  2. resta-nos aceitar...
    adorei!

    beiijo,
    *.*

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  3. Por isso que eu acho que acima das guerras e da espera, está sonhar, sonhar juntos, pequenos sonhos e até sonhos impossiveis, pois, na ausencia das coisas que mantinham um amor aceso ainda resta lembrar que ainda existem sonhos que so se tornaram realidade se ficarem juntos.

    bjxxx
    kkk

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