Ela olhou para si depois de anos. Olhar para si. Acreditar que tudo mudou. Ela mudou. Os gostos, revistas e músicas olharam para ela. E ela olhou para seu passado. O novo não tinha olhar, afinal de novo ainda aconteceria. Ela seguia em frente para acreditar nos sonhos. Diante dos medos, desilusões, farsas, ela mudou. Ela olhou para si.
           Basta olhar para si. Ali ela tinha respostas. Respostas de crescer. Crescer para aprender novos conhecimentos. Ela pouco se importava para dinheiro, fama ou chamar atenção. De atenção ela só tinha a si. De atenção ela olhava para si.
            Olhar para si e pensar no quanto conquistou até agora. Olhar para si, isto que importa.
             Conquistar e sorrir de conquistado.
              Olhar para si.

ps: vejam tudo que conseguiram e dê vitória, um dia você vai conquistar ainda mais. Por isso, olhe para si e encontre suas respostas. Veja seus instintos.



Que o próximo ano seja tão vazio quanto o anterior. Vazio de reinventar. Por isso, faça tudo valer a pena. Valer de acontecer. Tenha defeitos, tenha raiva, desilusões e não entenda nada. Depois jogue tudo isso junto e forme o que há de melhor. Afinal de melhor se reaproveita dos restos. Os restos das coisas ruins. 
Aí jogue para o alto e observe. As coisas boas são restos que caem de cima.
É o milagre. É o vazio.

Ps: Desejo o melhor a todos. Feliz natal e um bom ano novo. E não esqueça que seus defeitos e os obstáculos fazem parte da vida. Cabe a você maquiar isso e se tornar uma pessoa melhor.


                      

Ela vivia sem inspiração. Precisava de uma conexão. Ela. Inspiração. Conexão. 

                        Ela precisava de tempo. Mas, de tempo o progresso é lento. E tempo não têm regras. O escuro come as beiradas. E ela penetra na luz que se conecta. Uma conexão. 
                      Luz das ideias. Ideias conectas. Inspiração. Inspirar. Ela descobriu as duras penas que sua vida era preto e branco. Aí ela deveria colorir, mas como? Ela inspirava da conexão escrevendo. Escrevendo do desnudar do interior. Escrever sobre si e as cores envoltas.
                     Escrever era a sua conexão com o mundo. 
                     Escrever para matar os heróis e vilões interiores. Piores no pensamento. Melhor no exterior.
                     Escrever para conexão eclipsar a beleza dos olhos. Os olhos dos leitores.
                      Ela era a inspiração. Ela era a conexão. 
                      Ela era... Percepção.



 Ao som de Kesha. Ideias que surgem. Imediatamente de surgir no papel. Escrever no papel. Pulando na cadeira. Pular para dar certo. Porque quem acreditar certo dá. Meio sem noção. Vésperas de provas finais. Sorte de estudar. Estudar Constitucional. Ora Hermenêutica. Ora Constitucional. Oh meu Deus por onde começar? Caneta vermelha caída em frente. Caderno e livro do outro. E ideias que penetram no cérebro.
Hora de se acalmar. Tudo vai dar certo. Eu tenho que passar. Hora de se acalmar.


ps: Obrigada a Thaís (escritoragrandejornalista) pelo selinho: de qualidade e blog doce. Eu estou precisando presentear os blog's que mais curto com selinhos, mas agora estou pensando demais nas provas.





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                   Quando tudo estiver nublado. Nublado de ser péssimo. Nunca desanime. Desanime das lágrimas furtivas. Porque as lágrimas que hoje choram. Amanhã irão realizar sonhos. Sonhos de serem pedidos. Por favor apenas lute para que entre essas lágrimas enalteçam belo sorriso.
                   O nublado ficará bem.


Thiara do blog: http://thiararibeiro.blogspot.com/ me fez a seguinte proposta. Ou melhor um desafio. Vamos lá:

7 coisas que pretendo fazer antes de morrer: 
- Viajar para Londres e a Irlanda.
- Publicar um livro ;)
- Conhecer  o restante do país.
- Conhecer o Japão e os EUA.
- Terminar meu curso de Direito.
- Ajudar crianças com câncer
- Disseminar livros para as pessoas terem oportunidade de ler
ps: um livro é muito caro.

7 coisas que mais digo:
-  Verena
- Tá. Tá. Mãe
- Tipo. Fala sério, Verena.
- Legal.
- Te odeio.
- Oi.
- Siga seu coração.

7 coisas que faço bem:
- Ler.
- Ficar em casa.
- Assistir seriados.
- Se bater nos cômodos da casa.
- Cuscuz.
- Comprar livros.
- Ir ao cinema.

7 defeitos meus:
- Ansiedade.
- Insegurança.
- Impulsiva.
- Fugir de problemas.
- Desatenta.
- Muito reservada.
- Atrapalhada ao extremo, as coisas ao meu redor começam a cair. 

7 qualidades minhas:
- Lealdade.
- Ouço bem as pessoas.
- Dou conselhos, mas não tão bons.
- Ler todos os tipos de livros.
- Ouve do erudito ao rock. Incluindo o  nacional.
- Incentivo as pessoas.
- Sou capaz de desistir de algo para dar ou fazer por uma pessoa.

7 coisas que amo:
- Ler.
- Ir ao cinema.
- Ficar em casa.
- Meus avós.
- Minha mãe.
- O sol, mar e a  natureza.
- Inspiração.


                        Ela seguia no ritmo da dança. Distribuindo sorrisos ali e aqui. Ritmo da dança de rodopiar ao som de Elvis Presley. Fazia sol. Fazia calor. Ela suspirava solta. Solta de ser livre. Calma. Tão tranqüila quanto o vestido. Ombros que mexiam lentamente. Mais um copo na minha conta por favor! Dizia ela audaz. Muito audaz naquele dia quente. Quente de ritmo da música. Música de Elvis. Filme que chora: diário de uma paixão. Impressiona. Outro dia. Dia novo ela dança. Dança quase pulando. Pulando no ritmo da música.
                        Meditação alinha o corpo. Meditação do canto dos pássaros. Havia uma borboleta também. Mais um copo na minha conta por favor! Dizia ela audaz. Mais um copo de serenidade na minha conta por favor! Dizia ela repetindo pela décima vez.
                        No fim, descalça ela seguiu com o copo na mão e os chinelos na outra. Copo de serenidade. Vontade de viver. Enquanto chinelo ela abandonava. Afinal de abandono só tinha o chinelo. A garota dançava serena.
                       Haveria novas manhãs. Novas danças.


      Para Verena e meus primos: Fabricio e Monique. Acho que o sítio continua intocado.


     É estranho lembrar. Impossível esquecer. Esquecer infância perdida. Infância nostálgica.  Infância da saudade que mata. Infância do presente. Presente passado.
     Era ser cercada de livros em casa. Nas férias via a imensidão da imaginação. Imaginação completa com música. Música clássica. Depois vê o sítio. Os pássaros entoaram logo sua canção. Sorriso desabrochado no peito. Liberdade. Emoção.
     Eram dois primos e uma irmã.
    Corríamos juntos numa estripulia completa. Soprávamos folhas  e dormíamos, a luz das velas. Velas de dormir cedo. Para despertar com o canto do galo. Aprontar todas. Todas juntos. Em berros estridentes. Lutando contra as forças do mau. Mau dos cachorros perigosos. Cachorros perigosos que foram soltos.
    Para proteger dos estragos sorvíamos leite. Leite salva-guarda do veneno desolado. Desolado de estar numa garrafa de vidro. " Quem mandou mexer naquilo menino?" Dizia repetidas vezes o avô.
    E num dia após o outro, os trovões e as estórias do lobisomem e da caipora manteriam os heróis em casa.
    Era hora de dormir. E um dia acordar.
    Os primos e uma irmã exortaram na infância. Eles apenas ficaram lá. Hoje, cada um seguiu seu estado.    Afinal, os heróis decidiram descansar.


                       Muitos me dizem insegura. No fim das contas sou. Insegura. Insegura de ser segura. Segura quando escrevo. Escrever é me descobrir por preencher. Ainda não sei exatamente quem sou. Exatamente de escrever para descobrir segurança. Quando escrevo as vozes zombeteiras se calam. Não adiantam as críticas pesadas. Críticas pesadas dos que se dizem "amigos". Não adianta. Eu sei a segurança de escrever. Porque escrevendo tenho o mundo nas mãos. Mundo de humildade. Verdade. Segurança de ser insegura.
                        Vejo o céu. Céu crepúsculo.  Música de Christina Aguilera. Escuro de quarto. Quarto tão escuro como céu. Segurança na certeza que sabe. Sabe onde caminho irá dar. Não importa o que digam. Quando escrevo sou segura da raiva ou ódio. Ódio ao certo luta. Luta diária. Não menosprezo os outros. Tampouco acho que tenho as melhores das escritas. Não sou o dono do mundo. Nem o sucesso da vontade. Apenas escrita de talento.
                       Talento da humildade. Eu quero escrever e ponto. Ponto de tudo que sei fazer. Fazer de talento é escrever.
                     E só. Escrita de talento. Tenho talento. Para arrumar desejos em palavras. Segurança da insegurança arrumada. Arrumada em palavras.
                   E só.


                 Ouvindo música de Taylor Swift. Conversas paralelas no andar abaixo. Gargalhadas a solta. Acordar cedo. Tão cedo de suspirar meio grogue. Grogue de sonhar acordada. Ou sonolenta? Estica bem as pernas e pássaros penetram chilreantes. Inspiração clara e forte. Clara do sol que cobre suas pálpebras. Café sob o prato. Prato de olhar em volta e vislumbrar a cor da parede. Olhos vedados de indagações. Pula a cama e boceja arqueando cada músculo. Músculo que move a boca.
                  O cedo dá inspiração. O cedo é cedo. O cedo o faz pensar.
                  Cedo é pensar.


Ouço a música
Música de ler a um blog qualquer
Qualquer como abrir novos horizontes de tentativa.

 Janela aberta
 Aberta como minha vontade de tentar
 Tentar ao escrever uma poesia Lorena.  
 


                                                                              Olhos arregalados
                                                                                Sentimento exausto
                                                                                 Exausto de tentar

                                                                                 Tentando que se aprende
                                                                                 Tentando conhece gente
                                                                                                      Gente que aprende a ser mais forte e diferente.

ps: escrever poesia nunca foi meu forte. Eu realmente me inspiro lendo meus blog's preferidos. Principalmente, as coisas que estão a meu redor e as causas e efeitos do interno.


     Eu realmente demorei a tratar desse assunto. Desse marco. Marco da minha adolescência. Não sei os limites do tamanho desse texto, mas espero ser o suficiente para entusiasmar minha afobação.
     Harry Potter tem a estréia no, exato, dia: 19.11.2010. Ou seja, sua primeira parte de uma seqüência. A franquia levará milhares e milhares de pessoas para as salas, lotadas, de seus respectivos cinemas. Mundiais.
     Porém, não é do filme que quero tratar.
     Não é.
     Na verdade, foi o livro que marcou minha adolescência. Eu cresci lendo os livros da saga. De certa forma, me ajudou a buscar novos livros. Novos horizontes. No tempo devido. Foram, ao todo, intermináveis finais de semana, dias e noites, meio ou começo, lendo e relendo cada um dos livros. E se prendendo ao cerne da estória.
     No fim das contas valeu a pena esperar alguns redondos anos. Acho que ao final de tudo, a ficha irá cair.
     Sob medida.
     Sob uma medida.
      O que vocês acham da série? Já leu algum livro dela? E o filme?


               A estrela sorria calada. Sorria de apenas ouvir. Uma música tranquila. Tão tranquila quanto os textos lidos. Lidos como os livros sob a mesa. A mesa da profunda poesia. A estrela não sabia falar. A estrela sabia amar. Somente. Ou ouvir. Os três livros sob a mesa tranquila como aquela música.
              O grampeador que abocanhava o computador. Computador hirto de ser próximo da estrela. Estrela que pisca atrás da janela. Estrela da certeza. Tão certa que após fechar o livro. Livro da caixa de som. A estrela entenderia. Ela havia amadurecido.
              Nunca foi pelo fato de agir com infantilidade. Nunca. Nunca de magoar as pessoas. Sem necessidade. Irritabilidade. Palavras sem sentido. União de bobagens.
             Nunca.
             De uma coisa só tenho absoluta certeza. Essa estrela é bem adulta.
              Ela havia amadurecido.


                    Não é o fato de gritar. Não é. É xingar e estraçalhar. Estraçalhar de nunca compreender. Me compreender. Porra. Droga. É a inútil inexistência. O que eu sou para você? Seus vícios. Vícios de atitudes nada engraçadas. Impensadas. Tolas. Cansam. Cansam de representar uma máscara. Máscara que não é você. E é você. Quantas vezes disse que faria? Qual o problema da confiança? Confiança de achar uma boba e criança.
                  Sorriu de criança tola que cansa. Cansei desse papo. Cansei de seus gritos. Cansei da inexistência. Inexistência da falta. Falta o quê? Cair aos seus pés? Acreditar nas suas crendices? Eu tenho meus sonhos. E acredito neles.
                Não sou louca. Ou será que sou? Louca de acreditar no novo. Novo de ser a mim. Sou o novo do impensado. O novo da inexistência. Chega! Farta. Os sábados são uma eterna droga. Ou o final de semana inteiro? Ah! Eterna de não acabar nunca. Nunca são os livros. Livros de música em meus ouvidos.
                 O que me resta é rir. Rir para esperar.  É, o sol nasce amanhã. Enquanto isso, me perco inteira no céu estrelado. Inexistência. O céu representa o elo da saudade daquela tranqüilidade.
                  


                    Calma. Confusão. Escuridão estremecendo a luz. Luz sob a parede. O que ela diz sobre você? Um verdadeiro sobrevivente. Sobrevivente de ser a música. Música que toca clássica. Clássica com dúvidas. Dúvidas para certezas. Não tenha pressa. Vá com calma. Sobreviva aos poucos. Poucos de ser muito. Muito sendo cada dia. Sorria. Sorria cortando a brisa. Brisa adocicando o rosto.
                    A luz sob a parede é sobrevivente. E o que você é agora?


                              Abri a janela. E olhei para o céu. Céu estrelado. Sem nuvens. Brilhante como meu humor. Suspiros adocicados. Adocicados da piada do dia. Piada de amar. Por que eu ainda o amaria? Amaria de ser piada. Não. Impossível. Já era. Era do passado. Passado. Agora é relaxar.
                              Relaxar de abrir a janela. Tá vendo? Não há nada.
                              Sério. Há muito que estou em outra. Outra de abri a janela. Janela da esperança. Esperança do futuro.
                              Abri a janela.


                              Quando a dor for mais aterradora que você, se deixe levar. Se deixe levar para ser mais forte que ela. Garanto de ser mais forte, a dor se deixará levar. Portanto, seja lá qual for os motivos, dê gargalhada na cara da dor. Dor de se deixar levar.
                               Não desista. Persista. Insista.
                               E se deixe levar.


          
   Ela nunca sorria. Nunca. Certo dia, ao mudar de trilha, abriu os braços. Abriu os braços de abrir. Acometida numa loucura possessa.É por isso que digo. Digo de nunca esperar. Esperar de deixar acontecer.
    Sorria. Abre os braços. Feche os olhos e faça um pedido.

PS: O BLOG (http://girlsmorethanwords.blogspot.com) ME PASSOU A SEGUINTE BRINCADEIRA:
40 coisas que você não sabe sobre mim...
1ª:  Fãn incondicional da série Harry Potter.
2ª Já escreveu uma carta para Rupert Grint (Rony Wesley), mas nunca enviou.
3ª Aos 15 anos escreveu o primeiro livro. Onde enviou, mas foi rejeitado. Graças a Deus!
4ª Escrevia as mais bizarras poesias desde os onze anos de idade.
5ª Ficou em 18ª de poesia da escola.
7ª Já participou de concurso para blog e perdeu.
8ª Já fez peça na escola. E riu no final.
9ª Já fez fanfic de twilight, mas nunca terminou.
10ª Já participou do concurso da capricho de contos da meg cabot e perdeu.
11ª Adora os filmes de Twilight.
13ª Seu livro preferido é senhora de josé de alencar.
14ª Chorou ao assistir Lua nova.
15ª Adora os livros de romance, poesias e livros para mijar de rir.
17ª Escreve desde que entende por gente.
18ª Nunca sonhou em ser escritora.
19ª Descobriu o sonho na adolescência. Mas, ainda sonhava em ser dentista.
20ª Faz direito ao invés de letras.
21ª A professora de redação jurídica me chamou de péssima escritora.
22ª O episódio da professora de redação jurídica só fez aumentar minha vontade de provar ao contrário.
23ª Nunca ganhou um concurso.
24ª Nunca desistiu de tentar participação nos concursos.
25ª Sonha doidamente em conhecer Londres e Eua.
26ª Participou de concurso de desenho.
27ª Adoraria desenhar melhor.
28ª Adoraria ter senso melhor de moda e tem fissura em programas ligados à moda. Aquele canal fashion.
29ª É viciada em games. Principalmente, The Sims.
30ª Gosta principalmente de livros românticos e os que fazem rir.
31ª Suas influências são: Meg Cabot, Nora Roberts, Clarice Lispector, José de Alencar, Florbela Esparta, Cecília Meireles, Fernando Pessoa, Fernando Sabino, Luis Fernando Veríssimo,  Caio Fernando Abreu, Marian Keys e livros sobrenaturais. Livros de mulherzinha. Qualquer livro de suspense. Eu leio de tudo!
32ª Nunca parou para ler livros de policiais. Mas, se der algum eu leio.
33ª Tem um gosto músical doido. Do rock clássico ao pop. Nirvana, Evanescence, Oasis, Barão Vermelho, Fresno, Nx zero, Capital Inicial, Charlie Brown Jr. e tudo de grunge.
34ª Pop: Kesha, Katy Perry, Lady Gaga, Britney Spears, Adam Lambert, Anahí e Dulce María.
35ª Adora os lançamentos. E fica fuçando os blog's de resenhas de livros e sites de livraria.
36ª Adora música clássica e afins de praias.
37ª Ama praia, festas e sol. Muito sol.
38ª Livros jovens adultos chamam minha atenção e livros do gênero de Marian Keys.
39ª Compra livros no sebo. Dinheiro tá difícil. E quando vai numa livraria, torra o dinheiro todo em livros. E claro que amei o final do livro Calafrio.
40ª Amo tudo que faço. Incluindo meu blog.


              
             Inspirada no ardor do sentimento ela correu. Correu em campos alísios. Ele era o vento. E ela os campos floridos. Ela lhe dava beleza. Ele inspiração. Eles eram um só. Portanto, ele não existia.
             Ela existia. Isso bastava...



                            Feche os olhos e sinta a música. Deixe tocar seu coração. Cadê meu café? Eu preciso dele. Por favor. Um café de tocar coração. Sentir música. Fechar os olhos. Abrir. Fechar. Solte sua liberdade. Lance para longe. Longe de estar muito perto. De alguma coisa. O que está perto?
                            O que está perto?
                            Você ainda quer seu café? Ou vai desistir dele? Leite ou sem leite? Com açúcar ou adoçante?
                              O que está perto?
                               Um pouco de café. Por favor. Um pouco de café nessa vida. Um pouco de esperança. Um pouco de alguma coisa. Um pouco de nada. Nada.
                                O que está perto?


                             Eu acho. De não ter certeza. Certeza ao olhar. Em suspiros sonhar. Sonhar com você. Você de ter olhos pretos. Tão azeitonados como a noite. Quando você vai me notar? Eu não aguento mais esperar. É noite de esperar sono chegar. Sonhando acordada. De suspiros adocicados de sonhar. Sonhar não mata. Eu sei. Mas realidade mata aos poucos. Sei que não faço previsões. Previsões de um dia ter um beijo seu. Como num conto de fadas. Merda! É tão estranho as pernas bambas. Bambas de coração. Esse sim sabe o que diz. Eu não sei. Coração sabe. Quando será minha vez? Vez de tocar em você. Não aguento mais falar. E só. Chega de inércia. Hora de partir. Partir para luta. Estamos em outro século. Mulher também chega no cara. Nada de medos ou inseguranças. Inseguranças de tremer. Ao te ver. Eu tenho que fazer alguma coisa. Tenho! Farei. Já chega!
                           E se seu silêncio continuar. Eu saberei. Eu tenho que parar. Parar de sonhar. Sonhar de gostar. De você. Mas não custa tentar.
                            Mas não custa tentar. Tentar de saber resposta finalmente. Olhares que se encontram. Eu desvio rapidamente. Rosto vermelho. Olhos gritando de falar. O que boca não tem coragem.
                              Coragem de resposta aquece meu coração.
                               Eu finalmente terei minha resposta...


                              Não sinta nada. Apenas sorria. Você está sentindo algo. De não sentir nada. Nada de sentir. Nada de ser você. Existe coisa mais importante que você? Não. Você de ser não faz toda. Toda diferença! Portanto se deixe levar por você. Em caminhos tortuosos. Uma hora você chega lá. Não importa onde. Tortuoso de ficar reto. Caminho tortuoso de ser longo. E daí? Longo de ser curto. Caminhos.
                           Apenas não sinta nada.
                           Você faz essa estrada.
                            Você faz essa vida.
                             Você faz sua vida.
                                Portanto pule. Chore. Ame. Pise em falso. Falso de concertar novamente. Dance. Se ame. Diga coisas impensadas. Que se formam pensadas. Alguém pode estar precisando de você. Lute. Corra atrás. Você é a diferença. Seu sentimento faz você. Abre os braços e beije a si mesmo. Quer beijo melhor?
                                Se beije de não sentir nada. Não sinta nada. Chegou sua hora. De realizar seus sonhos. Sinta isso. De não sentir nada.


                              
                             Fundo tem vários significados. Para mim existem vários. Vários de ser um. Vários de ser um de dois. Vários. Palpitações vagas. Algo errado. Olhares escondidos. Sentimento errado. Mau correspondido. Sentimento adolescente. Adolescente de ser jovem. Talvez reflita sentada ao fundo da sala. Fundo de ser sala. Ver coisas de fundo. De ser sala. Sala de sentimento adolescente. Adolescente. Fase passada. Sentimento igual. Por um cara. Nossa como ele sorri! Sorri de ser irresistível. Você olha e olha. E só. Lá vai ele longe. Tão longe quanto o infinito da estrada. Onde isso vai dar? Tão fundo. Ele não tem características. De ser alguém. E só. Alguém de ser fundo. De fundo gostar daquele cara. Que sorri lindo. Tão fofo. De ser fofo sendo. Tão fundo. É só gostar. Sem nada profundo. Somente o nada de gostar. Daquele cara. Da sua sala. Escola passara. Passara de ser faculdade. Sentimento igual. Por um cara. De ser fundo. Tão fundo. Quanto o fundo da sala. Ele entra e sorri para seus amigos. Amigos de você sorri sozinha. Ocultando o gostar. Gostar de conversar com ele. De ser fundo. Fundo de somente ser colega. Colega de colega e pronto! Fundo de gostar.
                            Onde isso vai parar?


                         Quer saber? Eu estou sem nada para fazer. A música continua tocando. De tocar para sentir. Sua falta. Me mata. Aos poucos. De pular. Feito doida. Telefone que toca. Vê chamadas não atendida. Atendida de ser você. Sorri contente. E logo atende.
                          - Alô. Ela diz.
                          - Ei. Não tinha nada para fazer..
                          - Nem eu. Adivinhando pensamentos?
                           Risos tolos. Coração bobo. Acelerando em respiração. Entrecortada. Que nada. De adivinhar o óbvio.
                         - Eu amo você.
                         Silêncio. Ela sem saber o que dizer. O que era amar? Amar de sentir. Coração descompassado. Ela desligou. Aflita. Sem o que saber. Ele ficara magoado. E pouco importava? Ele só pensava. Pensar de ligar. Quando nada tinha para fazer. E usar "eu te amo" como palavras. Numa noite estrelada. De frio. Cobertor aquecer a dor. Calma garota. O troco você deu. Quer saber? O destino inverteu. Inverter de poder. Quer saber? ela deitou a dormir. Ouvindo a tv. Implorando aos céus. Para aquele cara a deixar. Deixar de deixando em paz. Mesmo coração doendo. Nunca mais. Esqueça. Jamais. O veria. De tocar seus lábios. Carícias perdidas. Inexploradas. Com o inexplicável.
                        Quer saber? Ela exauriu de chorar. Lágrimas por alguém. Que pouco importava. Se manca cara. Quer saber? Você choraria as palavras engolidas. De falsidade. De meses. Ludibriando. Coração ferido. Pungente. Amor efêmero. Graças a deus.
                        Quer saber? Eu também te amo. Por não te querer. Querendo de ser. Meu travesseiro. Você quer servir? De meu mordomo. Desliga a luz quando sair. Meu sono é profundo. Profundo é meu dar de ombros. Para você. Eu não te odeio não. Apenas necessito. De odiar necessitando de você fazer de música. Em nome dos meus ouvidos. Isso! Seja minha música. Quer saber? A fase de sofrer já era. E o sentimento sem descrição. Sinto muito. As estrelas. Apagarão. Um dia. Quando de sol. Iluminar minha alegria.    


                          


                                    Eu sei. Ele nunca vai me ouvir. Ele nunca vai saber. Ele de saber. Um sentimento. Inesperado. Éramos duas crianças. Dois tolos. Sem nada compreender. Por que tinha que ser assim? É assim que após se enxergar. Sinto muito. Por amar. Há muito tempo. Você. Quantos anos se passaram? Perdi a conta de anos ver você. Éramos crianças. Eu te amo. Deveras. De tempo passar. E só aumentar. Amor. Desespero. De amar. Não corresponder. E o que fazer? Conto de fadas. De marcar encontro. Para ficar juntos. Então de juntos surgir inesperado. Sinto muito. Por te amar. Há muito tempo. Parar em música ouvir. Lembrar de ouvir sua voz. Como será que você está? Quanto tempo. Quero te amar. Eu sei. Não deu certo. Esse conto de fadas. De amar você. Sem nunca beijar. Seus lábios. Por isso escrevo. Para fim dá. Dando de fim a mim. E a você. Sinônimo de amar. Você. Eu te amo. Deveras. Meu passado. Assombrar meu futuro. Sinto muito. Por te amar.
                                   Sorrisos tolos. A entregar. Sinto muito. Por te amar. Ainda. Ainda depois de anos. Éramos duas crianças. Como você está? Como está sua voz? Não sei. De ver nunca mais você. Sinto sua falta. De rir em pueril. Estória de fadas. De nunca tocar seus lábios. Com meus lábios. De vislumbrar na escola. Alguém. Céus, quem é você? Você de conhece-lo de algum lugar. Paixão repentina. Com apenas um olhar. Inesperado roubar. De transmudar. De cidade. Para nunca mais te encontrar. Sinto muito por te amar. E não há mais nada para falar. Eu sei. Mas, sinto muito. Por te amar. E te usar. No final. De meu livro. Minha estória. De inesperado. Mormaço. De fechar os olhos.
                               E te amar. Nunca esquecer. Cidades distintas. Eu sei. Eu sempre vou te amar. De inesperado marcar. Minha vida. Éramos crianças. Portanto desculpa.
                            Por te amar.


                        Fecha os olhos. E sinta a música. Sinta você. De você ser a noite. Sinta de noite fria e sem estrelas. Sinta de solidão para sorrisos tolos. Tolos assolados ao rosto. Rosto de ser seu. Seu de ser você. Você de sentir alguma coisa. Qualquer coisa. Desespero. Ilusão. Oscilação de humor. Tristeza aparente. Contende de ser um livro para ler. Eu quero ler. Eu quero sentir. Sentir de cheirar as páginas. De fugir para um lugar seguro. Sentir de sair da tv. Esquecer o som da música. Se perder na poesia. Se perder. De perder perdendo para encontrar. Encontrar seu elo de faltar. Porque falta alguma coisa. Para completar. Sinta liberdade. De ser feliz. De falar. De ser solidão. De olhar para estrelas. De lutar e vencer. De vencer lutando. De lutar perdendo. De perder ganhando. Eu sou um pouco de tudo. Tudo de nunca ser você. De desabar em gargalhadas. Do nada. De ser a estranha da equipe. De sentir qualquer coisa. De olhar no espelho e sentir.
                      Eu sou estranha. Eu sou esquisita. Tão sinistra quanto mistério se faz lua. Se faz Marte. Alguém habita aí? Habita de habitantes suspirar de sentir. Eu quero sentir uma brisa. Brisa de sentir. Sentir sentindo. Abre os braços e se entregue a angústia. Apenas sinta.


Sinto frio. Me abrace. Agora. Por favor. Para sentir aquecida. Sorridente. Em seus braços. Segura de ser. Esnobe eu fui. Por me ver no espelho. De me amar primeiro. Depois a você. Sinto frio. Venha me ver. Esbaforida estou. Quando penso em você. Sorriso tolo. Nos lábios. Vertigem as pernas. Bambas. Sem reflexo. Perdida em algum lugar. Maremoto. Com você estou num maremoto. Tudo está despencando. Turvo e sem nexo. Despencando de ser maremoto. Sinto frio. Mas você está lá. Olhos penetrantes. Me dê sua mão. Por favor. Não me deixe enxergar sua verdadeira face. Aceitar seus defeitos. Beijar suas qualidades. Sinto frio. Frio de com você tudo ser rosas. E borboletas. O que está acontecendo comigo? Paro, de vestido longo. Te admirando. Você me aquece. Eu estou com frio. Frio de você. Frio de te amar. Frio de sermos um em dois.
   Sinto frio. Frio de sermos dois. De ser eu e você. Ao mesmo tempo.
   Sinto frio.


                                Psiu. Eu te amo. Vamos brincar de contar. Estrelas. Eu sou a noite. E você a cortina. Que me cobre com brilho. Cortina de brilho. Vamos correr juntos. De mãos dadas. E ver o fundo do infinito. Ver cores onde não existem. Sentir e sentir. Um sentimento profundo. Psiu. Eu te amo. Eu gostava quando você sorria. Para mim. Mas já não há mais nada. De sorrir. Com os olhos. Olhos trêmulos e frios. Psiu. Eu te amo. Porque sendo assim de ser. Eu conto com as nuvens. Sozinha. Você roubou meu coração. De ser roubado massacrado. Psiu. eu não te odeio. Eu te amo. Você salvou minha vida. Você iluminou meu ser. Me alertando. Quem é sua pessoa. E hoje eu te amo. Por amar amando seguindo em frente. Sem você. Sinto muito, mas vá embora. Eu te amo. Te amar por me salvar. De mim mesma. Eu estou salva. De seguir em frente. De me amar. É me amando que se ama o outro. E assim o outro me ama. Em dobro.
                                Psiu. Eu te amo. Obrigada por tudo! Pelo destruidor de corações. Valeu! Eu não serei a mesma. Nunca mais. Mais para ser melhor. Psiu. Eu te amo. Beijos. Só não me liga mais.



          



              Hey querido, um dia uma gaivota me contou um segredo. Contando de contar que você era o cara errado. Que de ser errado, quebraria meu coração. Coração dilacerado. Dilacerado ficou minhas expectativas. Hey querido, saiba de uma coisa. Essa mesma gaivota me disse que você retornaria. Para minha vida. Jura? Sério? Tão sério que ao ouvir música dançante. Eu ri. Da sua cara. Desculpa querido. Mas, os papéis inverteram. Inverteram de a esnobe. Ser eu. Agora quem dança é você. E de você eu curto. O som da música. Sem importar com a letra. Hey querido, se divirta aí. Sem mim, certo? Prometo que vou animar minha vida. Sem você.
        Hey querido, pára de ligar. Para mim. De mim eu bem sei. Que vou desligar. Na hora. De passar com minhas amigas. Numa festa. Divertida. Ou uma praia. O sol ficara mais belo. Sem você. Hey querido, não aparace na minha frente. Eu vou ri. De você. De você, vá se fuder! Sempre quis dizer isso, querido, para você.
       Hey querido, é bom elogiar. Eu gosto. De elogiar. Elogiando outro gato. Gato na minha cola. Hey querido, a fila andou. Sem você. Hey querido, segura aqui esta máquina? Fotográfica. E tira a minha primeira foto. Foto com o novo amor. Amor da minha vida.
      Hey  querido, você consegue acertar o ângulo? De meu amor? Digo eu mesma? Sendo eu mesma de ser meu único amor. Do mundo.
     Hey querido, obrigada. Você foi essencial. Essencial para mim dar valor. Valor á minha vida. Sabe aquele torpor? Aquela dor no coração? Já era. Como você.
      Ainda está aí? Que bom. Quer segurar minha sacola? Está tão pesada!
       Hey querido.


                                   Ela era meio tal. Dançava e distribuía sorrisos. Ao som de Coldplay. Ela era meio e tal. De tal para antigamente isolada e taciturna. Bipolar. Hora ensandecida. Capaz de ganhar o mundo. Ela podia. Ela era meio e tal. Tão meio que da louca da festa. Poderia ser a mais sem graça. Das luzes da batida eletrizante. Somente um fio encadearia batalhas. Internas. Ela era meio e tal. Como se desperta-se em meio ao pesadelo. Que diabos estou fazendo aqui? Quem sou eu, porra? Ela meio e tal vira desbocada. Os caras mais gatos da festa distribuem. Insinuações. E ela de insinuações trancava para si. Sozinha. Quem se importa com eles? De importar sendo importante, ela abriu o mundo. Voltara a si novamente. O rosto em feitio de coração. Os suspiros adocicados. Adocicados de menina moça. Menina mulher. Ela era meio e tal.
                                   A música a libertava. Ela era meio e tal.
                            
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                          Imã. Eu sou. Ou será que sempre fui? Será que só notei agora? O meu verdadeiro eu? De eu convivi melhor comigo. Mesma. Quando taciturna. Taciturna de ficar turva. Tão turva quanto nada acontecer. Quando cabisbaixa vejo um mundo sem ninguém. E sem ninguém somente eu andando. Entre as nuvens. Nuvens da imaginação infinita. Sem nexo. Pelo menos aqui poder ser. Sem nexo. Mas me torno imã. Todos nós somos um pouco de imã. Depende o que de imã quer atrair. Para sua vida. Já pensou nisso hoje? O que quer ser hoje? Ou quem quer ter na sua vida? Vida de ser imã. Ora soturna. Infeliz. Ora jubilosa. Apesar de euforia acompanhá-la. Sempre.Imã de atrair várias pessoas. Veja seu tamanho potencial. Eu tenho potencial. Imã de criatividade. Imã de ser imã. Imã de atrair. Talvez. Quem sabe. Finalmente. Alguém essencial. Na sua vida. De imã.


                       O mesmo vento que leva trás. O dia está indo embora. Sensação de faltar alguma coisa. Descabelada e desarrumada. Descabelada de escrever atrás do café quente. Tudo errado. Tremor ensadecido. Olhar marejado. Dor pungente. Calma. Calma de ver a brisa. Abre um sorriso. Sorriso de coração murcho. Mas vivo. Vivo por somente você. Mesmo zumbi. De zumbi agir sem saber. Até encontrar você. Tudo bem? Não agora não vejo a mim. Vejo de ver outra pessoa. Mas a brisa vai trazer meu eu de volta. Legal não? A brisa do mar. A brisa do mar de fazê-lo feliz.


         Estava tão sonolenta que não vi nada passando. Era de passar que senti uma ou duas pontadas. No coração. Mas sonolenta só fazia rir. Olhos vidrados e sem emoção fazendo esse papel. Papel de ser importante. Importante para vê que ainda amava. Mas amava o que mesmo? A dor que ele afligira ou ele de ser amor? Eu prefiro ficar por aqui sonolenta. De sonolenta quando acordar me avisa. Eu vou estar tão melhor. Melhor de passar sonolenta. Isso acaba por fim. Por fim de sentir somente a música. Música nessa alma castigada. Que ainda doí e ama. A pessoa errada. De pessoa errada aparece o certo. Certo de combinar.
          Permaneço sonolenta. O mormaço vai embora. Só quero ficar em paz. Sonolenta.


                                     Sou feita do mais puro linho. Alguém certo dia resolvera me costurar. Aos poucos eis que surge uma roupa fresca de algodão. Algodão que demorara a tecer. Tecer com objetivo final. De terminar. Com grande afeto. Assim se dá o amor. É tão transitório quanto ela. Hora arrebatado de mais louco ardor. De ardor para uma visceral. Dor. Visceral. Ela nunca conseguiu compreender tamanho sentimento. Sentimento de arder os olhos. Olhos de melancolia. Abatida. Talvez a agulha continuava seu trabalho. Perfurando. Para depois descansar. Descansar para depois fechar algum buraco. No peito. Por fim está pronta e linda. Seguindo em frente. É seguindo que se acha. Achando alguma coisa. E lá jazia você. Pronta, quente e verde. De algodão. Algodão da roupa transitória. Quer aquecer alguém?
                                  


                                 Sensação de abismo. Profundo. Que traça rumo certo. Certo de morte. Não morte qualquer. Não morte de parar de respirar. Não morte de coração parar. Mas quase isso. É que fica difícil expirar quando tudo se vê turvo. Sensação de estar morrendo. Olhos marejados. Dor pungente. Pungente de contrair todos os músculos. Cada um. Como um ser querido. Único que lhe suporta perante todos. Seus órgãos. Você mesma. Sensação de estar morrendo. Mas passa, porque segredo eu quero contar. A mesma porta que saiu é igualmente que vai entrar. Tudo entra e sai. Portanto, exaspera e depois rir feito louca. Coração sempre dividido em dois. Dividido ao meio em pedacinhos. Mas passa. Enquanto esta sensação de estar morrendo se vai para algum lugar. De preferência na porta que entrou.
                                  Veja. Ele morreu para você. Morreu de mesma sensação de estar morrendo. E você continua viva.
                                 Isto que importa.


                                     Amigo. Amigo àquele que você ama. Ama de ser cúmplice. Ama das bobeiras de ser amigo. Ama das fofocas que fez um dia. Ama por te entender tanto. Ama porque feri também.Ama por amar mesmo. Ama por fazer pactos loucos. Ama por rir a toa. Ama por trocar idéias pelo olhar. Ama por não ter distinção de cor ou raça ou ainda idade. Ele é seu amigo ou amiga e pronto. Ama porque o amigo pode se tornar seu amante. Ama porque sua amiga pode tornar sua irmã. Ama em descobrir que seu amigo pode ser sua irmã ou irmão. Ama porque briga muito. Ama por chorar e brigar de novo. Ama por perdoar.
                                    Amigo. Sempre estará por perto. Sempre será amigo.


                            Olhos frágeis. Frágeis de um pulso debilitado. Ela o fitava desesperadamente. Fraqueza. Tão fraqueza quanto o sangue que fluia dele. Ele estava morrendo. Morrendo de uma fatalidade. Fatalidade de bala perdida. Ela esperneava em agonia silenciosa. A cabeça dele em seu colo. Os olhos castanho-escuro quase sem vida. Cadê a ambulância? As pessoas envolta se aglomeravam. Mas por curiosidade. Ela continuava sofrendo. Sofrendo de fraqueza. Tão Fraca.
                            - Não vai dar tempo Marina. - sussurrava ele aos prantos. Os lábios ressequidos.
                            - Não diga isso. Por favor. - dizia ela para o remorso. Remorso de uma calçada. Calçada repleta de curiosos. Remorso de que deveria ter sido ela. Remorso que ele, seu noivo, havia salvado sua vida. Fraqueza.
                             - Vou indo. Porque precisei ir. Diga a todos que os amo.
                              Marina, esperneava, as lágrimas rolando pelo rosto tão fraco.
                             - Diga. Marina! A todos que amo.
                              Porque ele repetia isso afinal? Porque não dizia que me amava também? Porque? E porque me salvou?
                              - Eu amo a todos Marina. Todos. Minha família. Diga a todos.
                              - Eu.. Não posso. Sou fraca. Sabe. Fraqueza.
                               Ele sorriu com o resto de energia que restava.
                               - Marina eu acabei de salvar sua vida. E você não pode retribuir?
                               Marina, a garota sem rosto. Sem rosto de sardento. Disse:
                               - Eu ia terminar contigo. Então, você não deveria ter me salvado. Eu não te amava mais. E você sabia disto. Porque não me deixou partir? Porque deveria contar a sua família isso? Você irá viver.
                               Os bombeiros chegaram e ele ficou silêncioso por um tempo. Silencioso estabilizado entre os aluminios. Silencioso na maca.
                               Marina ainda sim segurou sua mão. Mesmo se sentindo um lixo. Fraqueza. Tão abatida.
                                Uma semana depois Marina se encontrou com ele. Encontrar com ele de ir no seu enterro. Sua mãe lhe deu um bilhete. Marina o abriu titubeante.
                               - Marina. Naquele dia não lhe disse nada. Eu não tinha uma resposta. Mas hoje eu tenho . Eu a salvei não como um gesto de amor. Mas como gesto de fraqueza. Eu me vi forte naquele momento. E você tão fragil. Que senti pena. Pena de ser tão tolo de continuar te amando tanto. E tanto. Eu já sabia que aquele seria nosso fim. Mas eu quis eternizar. Ser eterno. Na memória de cada um que eu amo. Todos. Incluindo você. Veja, sorria. Eu acho que posso te ver daqui de cima.
                             Marina descobriu uma coisa. Ela ainda o amava muito. Muito. E a falta dizia isso. Fraqueza. Foi um ato de fraqueza. E o ato dela? Onde se encaixa? Porque é depois que você perde alguma coisa que se dá o devido valor. Marina agora sabia daquilo. Fraqueza. Era fraqueza o que ela tinha.
                               Portanto, seja forte. Nada retorna. Mas, sempre terá algo bom nesse caminho.


                                   Preciso tomar um café. Agora. Agora estou ouvindo uma boa música. Me servindo de inspiração. Boa música de se escutar ao folhear um livro maravilhoso. E não demore a chegar dia perfeito. Por favor. Eu estou me escondendo de coisas estranhas. Tão estranhas quanto continuar lutando. Afinal se ganha perdendo e se perde lutando. Perder de vencer. Tanto quanto ganha de perder perdendo. Somos tão tolos e fracos. Mas, avante de continuar lendo sua vida. Lendo de se fazer página. E se reconstruir aos poucos. Mas, por favor continue lutando.
                               À fraqueza é para os fortes. Assim como a luta para os fracos. Mas, uma fraqueza seguida de luta, torna-se mais forte.
                              Grite, sofra e desespere, mas continue lutando. Seja forte.



                      Dos mesmos olhos, que agora enxergam. Podem tornar-se cegos. Cegos de uma hora para outra. Hora que ontem era uma pessoa. Outra em que amanhã já é uma nova pessoa. Você não esperava por isso, mas dê palmas à glória. Glória que não têm mais graça. Passou. Passou de tudo passar. E agora daqui para frente, se torne cego. Porque quando enxerga nunca dá ouvidos aos outros sentidos aguçados. Mas, os mesmos olhos que de cego ficaram dão valor a tudo.
                       Portanto, seja cego.


                             Meu rumo. Minha direção. Sou eu que dito as regras. Regras de direção. Pode demorar a perceber. Em caminhos errados. De errados para o correto. Num dia certo. Não importa onde esteja. Um dia sua glória chega. Chega da direção errada. Errada para concluir correta. Correta da direção. Sua direção da glória.
                            A paisagem nunca foi tão bela. Bela de sua direção.


                                  Ela só sabia ser ridícula. Tão ridícula quanto ridícula. E novamente ridícula. Para cada momento ridícula após sabedoria ridícula. No fim dá na mesma, o mundo se faz ridículo. Portanto ridícula, com sabedoria, em meio ao ridículo.


                                 E tudo virou cinzas. E tudo foi jogado para o vento. De preferência para bem longe. Longe dela. O dela de lembranças amargas e dolorosas. Que com o passar do tempo libertam-se em algum deserto. Engraçado, mas de inicio o mar a afogou profundamente. Profundo de quase morrer em sufocar a garganta. Que queimava. Ela nunca fora um peixe, mas sabia nadar. No entanto, o oceano a engolfava como acontece com todos nós. Uma ou várias vezes na vida. Para deliberar. Decidir. E deliberar novamente. Para salvar-se. Em seguir em frente salva como sua decisão. E morta como as cinzas das reminicências que ,como  o vento, tomou rumo ao norte.  


                 Ela caminhava longe. Longe de tudo. Incluindo a lua. Lua de buracos. Buracos no coração. Porque doeu tanto? Ela não sabia explicar. Explicar para esquecer. Essa seria a fórmula correta. Por isso ela caminhava. Primeiro a ficha que cai da face, derrubava-lhe no obstáculo seguinte. Era a perda. Perda de quem não servia. Doravante, advém o torpor. Ela se via no espelho como um zumbi. Era a morte de transformação. Em que cabia a transformação em dar-lhe outra eu. Eu de pele a descascar. Descascar em renovar. Por fim o sorriso. Aquele que lhe demonstra como o pôr-do-sol nasce para todos. Sem exceção. Em como os passos não eram mais corcundas e sim mais retos como num grande milagre. Milagre este que tudo passa. Uma hora se vêm o caminho certo. Certo para você. Não importa onde ou como. Como de querer. Ou seja, você têm que buscar muito o seu caminho. Caminho do pôr-do-sol.


                                      Está a caminhar. Sem rumo. Sem volta. Sem retorno. Como sem rumo de doloroso
saber que tudo foi em vão. Vão para o coração dilacerado. E vão para os erros do concerto de uma lembrança. Lembrança de página virada. Ontem eu estava sem retorno. Retorno do adorno em ardor no peito. No entanto, o hoje para com o amanhã foi retorno de sorrisos. Ou melhor. Gargalhadas. Que foi aquele dia mesmo? Quem foi aquele cara? Cara sem volta. Cara de fazer sem rumo para sem o retorno para com por fim sem volta. A música de um passado refaz percurso de aleatória crise. Crise de risos. Sorriso de lágrimas. Que sentimental! Mas tudo doeu muito. Sendo assim, necessária um sorriso de lágrimas. Porque é dos contentamentos com lágrimas que rasgam-se o torpor. Com o torpor advém a fase para ficar inteira. Inteira de sorriso de lágrimas. 


                                    O dia brilha com maciez. Os pássaros entornam minha música predileta. De predileta à imensidão do paraíso atribuído ao silêncio. Silêncio. Na alvorada o ribombar de braços abertos é alegre. Alegre em jovial. Risos tolos situados ao rosto. Rosto da face vermelha do coração. Coração que bombeia todo o resto. Bombear a imensidão da paz. Em paz com brilho de luz. A luz enaltece o verde como andar a ermo em uma floresta. Floresta assustadoramente jubilosa. Sem medo de errar. Errar das tentativas. Infeliz de não dar certo. Como esperava. Mas contente de ser gente ao persistir. Em meio às árvores. E os rios serpenteantes. Você pensa em você. Somente você. A figurinha insignificante. Que dá certo. Na qual ao rolar na grama encoberta de folhas secas, tropeça e cai.  Em folhas secas da intensidade. Contudo, uma hora levanta.
                                      No fim do dia, mesmo sem grandes avanços, com poucos tijolos se faz um sorriso. Se faz coração. Onipresente você. E intensidade adormecida nos seus sonhos.


                                    Ela precisou olhar para ele para enxergar-se. Mas antes deu uma passada no próprio corpo, para compreender a si mesmo. Afinal é a si mesmo que importa. No final, o resto é resto. E a música serve de passagem para relembrar daquele momento único. Seu amor. Por ele. Para com seu sorriso tolo. Por si.


                       Ela percorria os mais dos belos jardins. Tão bela quanto formosa. Suas roupas drapejando ao som do vento. Os pássaros teciam o ouro do seu cabelo preso. Preso numa trança. Ela gargalhava a toa. E a cada passo um pulo de obstáculo. Obstáculo.
                       Ele banhava o cavalo alado. Cavalo negro como seus olhos. A tonicidade dos movimentos ágeis dele em esfregar o couro do animal. E a cada balde de água uma evasão. Evasão.
                    Ela se alegrava com o brilho das rosas e das adocicadas borboletas. Ele arduamente trabalhava com mãos calejadas. Somente o cheiro dos orvalhos lhe sustentavam na objetividade.
                    Eles nunca se encontraram.
                    Mas havia obstáculos e evasão. Alegria e dureza. A falta de uma equivale a outra. O peso das duas somadas ao quadrado dava a medida perfeita.
                      Da evasão se faz um obstáculo. E do obstáculos se constroem almas.
                       Um dia eles iriam se reencontrar. Afinal um dia iguala a anos luz para que os olhos se reconhecem.
                         De corpo nunca houve reconhecimento. De alma houve reencontro.
                          Reencontro.


                      Ele fitava as estrelas. Ela saboreava o morango. Ou era manga? Ou somente o doce do açúcar? Eles pausaram. Em meio a uma bela paz de um parque nacional. Parque de musgos, mato e árvores. Animais que roscavam aqui e lá. Ele eufórico perdurou as mãos dela. Ela em silêncio se deixou levar pelo doce. Ele as estrelas. Brinde a elas. Ela envergonhada o esperava prendendo a respiração. Ele sem vergonha tremia de consternação por sentimento tão novo. Ele lhe deu novamente os morangos. E ela lhe embriagou de estrelas. Afinal com eles eram assim. Das estrelas do sentimento novo ao beijo de morangos do amor há uma linha invisível. Que dentre o sentimento novo para uns e amor para outros, os fins são os mesmos. Com você. Com você de com ele na qual àquela em àquele difere.Sem explicação. Somente com você.